Sobre Nós

Estúdio 1A Adriano Santos Costa Edições (ASC Edições) nasceu em finais da década de 70 em França.

Foi a incessante paixão pela música e a continua necessidade de encontrar soluções para gravar e publicar novos trabalhos que impulsionaram Adriano Santos Costa a criar esta editora.

A música sempre fez parte da sua vida e é na sua companhia que se sente realizado. Essa sensação de realização ganhou ainda mais sentido quando, através da editora, ajudou outros artísticas a publicar os seus trabalhos.

No ano 2000 regressou à sua terra Natal, Gafanha da Nazaré, onde investiu em espaços e equipamentos técnicos para construir um estúdio de gravação musical.

Estúdio 2Continua a compor música para si e para outros artistas, participando activamente, na produção musical de novos temas e também em todo o processo de captação, mistura e masterização.
Quaisquer outras necessidades, no domínio do áudio e/ou imagem, são prontamente saciadas através de parcerias com outros profissionais qualificados.

Dentro da área artística os principais trabalhos estão associados com o Fado, a Música Ligeira, Música Tradicional Portuguesa, e, conforme as necessidades, com um pouco de todos os géneros musicais.

A ASC Edições é uma pequena editora. Os seus objectivos passam, em primeiro lugar, por dar oportunidade a muitos músicos que não têm possibilidade de investir grandes quantias monetárias. Lutamos pela música ajudando aqueles que gostam de cantar e de tocar.

Viva a música!

 

Biografia de Adriano Santos Costa

Adriano Santos CostaAdriano Costa nasceu em Salgueiro, freguesia de Soza, concelho de Vagos, distrito de Aveiro.

De muito novo começou a tocar guitarra do Fado de Coimbra e Lisboa. A sua paixão são as cordas onde com elas fez, nos anos 60 e 70, muitas animações cantando o Fado de Coimbra e Fado de Lisboa e também a música típica ao estilo de António Mafra. Contribuindo também nas noitadas em serenatas, correndo diversas vilas e aldeias da região de Aveiro e de Ílhavo onde ficou na memória daquele povo que ainda hoje se lembra e fala dele.

No ano de 65 embarcou para Moçambique para cumprir o serviço militar onde, na passagem da linha de Equador, fez uma festa no barco que o transportava que era o Vera Cruz, com o fadista Valdemar Vigário.

Chegou a Moçambique e desembarcou na capital, antiga Lourenço Marques, fazendo uma actuação para os soldados e oficiais do seu batalhão Nº1885. Prosseguiu assim o seu serviço militar com a sua arma e a sua guitarra que nunca desprezou fazendo animações com diversos amigos que tocavam e cantavam para os soldados e oficiais do seu batalhão, durante 25 meses.

Regressou à metrópole e continuou a sua carreira de amador nas cantigas até a sua saída para França em 1970, onde a sua guitarra continuou a ser a sua companheira e que será eternamente, cantando e tocando em restaurantes, associações em Paris e em toda a França para a comunidade portuguesa, que é o seu povo e ao qual está muito ligado.

Em 1994 formou um conjunto típico com o título “Voz de Portugal” onde um gravou um álbum com oito canções que vendeu centenas de exemplares (cassetes). O conjunto durou 2 anos onde depois acabou por razões pessoais de dois elementos do grupo.

Foi então a razão para gravar pessoalmente e fazer uma carreira a solo onde está a tirar o fruto do seu trabalho que é destinado ao seu amor por Portugal e pelo povo português.